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ABERJE APRESENTOU OS CASES DE MEMÓRIA EMPRESARIAL (Suzana Vernalha)

No dia 5 de novembro passado, assisti à plenária para apresentação e julgamento dos cases nacionais finalistas do Prêmio Aberje 2010 na categoria  Responsabilidade Histórica e Memória Empresarial. Foram quatro cases:

Representando São Paulo, duas grandes empresas peso-pesado: Itaú Unibanco – “O papel da memória empresarial na fusão Itaú Unibanco”;  e

  • Petrobras – “Refinaria Henrique Lage: uma travessia de 30 anos”.
  • Da região Centro Oeste e Minas Gerais: Fundação Telefônica – “Exposição tão longe, tão perto”.
  • Do Sul, especificamente do Estado do Paraná: Fiep – “65 anos da Fiep”.

Em comum, os quatro cases utilizaram as ferramentas de comunicação para divulgar as histórias e trajetórias de sucesso, envolver seus públicos e cuidar de suas imagem e reputação. É o mesmo que defendemos e aplicamos no dia-a-dia de trabalho com nossos clientes: a relevância da comunicação como estratégia essencial no resgate da história empresarial, no envolvimento dos públicos, na construção e no compartilhamento de informações, significados, símbolos e culturas.

Nossa crença é que, ao falar sobre memória, estamos discutindo comunicação. Afinal, é por meio de textos – escritos e falados – que registramos e compartilhamos a história da nossa vida, da família, da sociedade e das organizações. Ao resgatar a memória de uma empresa conseguimos perceber com mais clareza sua trajetória, ouvir as vozes dos seus vários atores, conhecer os sucessos e insucessos acumulados e, por conseguinte, as transformações resultantes de todo esse percurso. A partir disso, observar que impactos ocasionou à sua cultura e no relacionamento com seus públicos (no presente) e, ainda, quais são as perspectivas de caminho para o futuro.

No case Itaú Unibanco, por exemplo, ficou claro o respeito e a consideração pela força da cultura das duas empresas (duas famílias), sem procurar fazer com que uma se sobrepujasse a outra. Com isso, a fusão não foi tão traumática para os empregados, minimizando rivalidades e disputas.

No case da Petrobras, a cultura humanista da empresa veio à tona no vídeo com depoimentos carregados de emoção e no scrapbook em que o grande destaque foi o público interno. O mote: “História de pessoas que, juntas, contam outra história – a nossa história” dá a medida da importância dos empregados para o resgate dos 30 anos da refinaria.

O projeto da Telefônica recuperou a história do setor, envolvendo diferentes públicos externos e valorizando a participação dos empregados por meio de concursos, site, publicações etc.

Finalmente, a FIEP envolveu efetivamente seus associados para recuperar e reescrever a história dos 65 anos da entidade.

O Núcleo Memória Empresarial parabeniza a Aberje por valorizar a área de Memória Empresarial e Responsabilidade Histórica, premiando interessantes iniciativas empresariais e mostrando a relevância da comunicação para projetos como estes que assistimos.

This entry was posted on quarta-feira, novembro 10th, 2010 at 20:52and is filed under Sem categoria. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

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