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Boletim agosto 2013

Ancoragem e coragem

Estamos nos aproximando do momento de propor o planejamento e orçamento para as ações de comunicação do próximo ano e porque não sugerir o tema Memória Empresarial? Os argumentos para isso são o valor das experiências vividas e a importância de tornar público os principais pontos da trajetória da organização como forma de aculturar novos funcionários, de trabalhar diferenciais de marca e de enriquecer o processo de gestão do conhecimento. Portanto, tenha coragem para propor! Conte com a experiência do Núcleo Memória Empresarial para a devida ancoragem da sua proposta. Vale a pena!

Trabalho iniciado, entusiasmo redobrado

Dar partida a um projeto é muito prazeroso. Especialmente, quando é iniciativa inédita para nossa equipe. Faremos o resgate histórico de 30 anos de uma importante feira de negócios que acontece na cidade de São Paulo, o que será um desafio prá lá de interessante. Antes, representa para nós a comprovação de que não é só das jornadas de organizações ou pessoas que trata a Memória Empresarial. A área é abrangente e inclui a análise da trajetória de serviços e produtos que  contribuem para a construção da reputação das empresas. Estamos convictos de que a comunicação empresarial contemporânea não pode prescindir de um trabalho consistente de memória, o que coloca os comunicadores com visão múltipla – os estrategistas – na linha de frente de projetos em que a tradição de marcas, serviços e produtos colabora na valorização da identidade da organização. Mais do que isso, beneficia o saudável relacionamento com os stakeholders.

Mais documentários na era digital

Amir Labaki, crítico de cinema, assinou artigo sobre esse assunto na revista de jornalismo da ESPM de agosto de 2013. Ele afirma que os filmes com histórias reais alcançaram novo status no Brasil. Um dos exemplos citados é o documentário brasileiro “Ônibus 174” (2002) de José Padilha, que lança mão da mais ampla gama de registros audiovisuais sobre uma tragédia policial que parou o Rio de Janeiro. Grande parte do arquivo de imagens e sons por ele utilizado teve origem na cobertura jornalística feita ao vivo pelas TVs. O material de reportagem torna-se, assim, material bruto do registro de um momento da sociedade, resultando em um documentário com características históricas.

Era uma vez a internet

Publicado na Meio & Mensagem de 5 de agosto, o poema de Eco Moliterno, head da área digital da agência África, expressa que até eventos recentes têm história. Com criatividade, ele narra a evolução da comunicação digital e começa assim: “Venho aqui contar a história I De um fenômeno recente I Que atingiu a sua glória I Mesmo ainda adolescente. Era uma vez a internet I Com conexão discada I E backup no disquete I onde não cabia nada…” Confira a íntegra no www.nucleomemoriaempresarial.com.br

This entry was posted on quarta-feira, agosto 28th, 2013 at 20:03and is filed under Sem categoria. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

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