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Boletim maio 2014

Presença do Núcleo Memória Empresarial na APAS 2014

A feira da Associação Paulista de Supermercados em 2014 alcançou resultados históricos em termos de visitantes (cerca de 70 mil), de empresas expositoras (mais de 600, das quais 150 internacionais) e de congressistas (mais de 3 mil). Além desses grandes algarismos, as comemorações preparadas para os 30 anos de realização do evento atraíram igualmente a atenção. Uma exposição interativa, montada em local estratégico, mostrou por meio de imagens e telas ‘touch’ os fatos mais marcantes e as pessoas e empresas que se destacaram ao longo dessas três décadas. Como destaque, a cenografia, inspirada em um ambiente de supermercado, harmonizou informação com beleza.  A produção de um hot site possibilitou a disseminação de conteúdo mais amplo.

Juliana Hidalgo, atendimento da Promovisão, agência responsável pelo planejamento e organização da feira, assegurou que muitos participantes se emocionaram ao perceberem-se como personagens da história da APAS. Os comentários, sempre positivos, demonstravam a curiosidade das pessoas sobre os acontecimentos da economia e do mercado varejista ocorridos nesse período.

 

Completando a celebração da data, foi produzido um livro com destaque às empresas que com maior frequência estiveram presentes nas edições anuais da feira. Para estas três ferramentas, a equipe do Núcleo realizou uma extensa pesquisa de fotos, vídeos e marcos relativos às edições da Feira, ao mercado e ao contexto brasileiro e mundial, o que resultou em alguns meses de trabalho e em material consistente e relevante. Na exposição utilizou-se cerca de 450 fotos e no livro, 250. O hot site permanece no ar possibilitando navegar pela linha do tempo.

 

Fabiano Benedetti, gerente de marketing e comunicação da APAS opinou sobre este projeto: “Congelamos um fragmento da história e iniciamos um processo para eternizar personalidades, empresários, empresas e nossas ações. É assim que avalio o trabalho feito em parceria com o Núcleo Memória Empresarial. Na satisfação dos que visitaram a exposição e nos sorrisos dos que folhearam nosso livro foi fácil notar o resultado alcançado com este projeto: a realização. Afinal, nos painéis e nas páginas produzidas estão momentos grandiosos construídos por pessoas que batalharam para alcançar  ‘frutos’ que hoje podem ser colhidos por todo o setor supermercadista. Estou feliz com o resultado, pois vi e ouvi destes personagens, que a forma com que apresentamos a nossa história foi emocionante, empolgante e relata a verdade”.

 

Lirismo de João Carrascoza

Por Suzana Mara de Carvalho Vernalha

 

Um romance com apenas 120 páginas em formato pequeno, delicado. Lacunas no meio das frases e profusão de linhas brancas nos finais dos capítulos convidando o leitor a completar e interagir. Ausência de pontos finais e de parágrafos dão uma urgência ao texto como se o autor quisesse falar tudo em um só fôlego. Parece coisa de escritor excêntrico? Não é. Para mim, “Caderno de um ausente” de João Luís Anzanelllo Carrascoza (Cosac Naify, 2014) tem uma das narrativas mais poéticas e interessantes entre as que li nos últimos tempos. Escritor brasileiro, paulista, contemporâneo, da geração dos grandes, Carrascoza lançou esse segundo romance depois de haver publicado várias coletâneas de contos e de ter ganho, por duas vezes, o prêmio Jabuti (2006 e 2013) além do prêmio APCA (2012). A ficção do professor João que escreve para sua filha Bia, ainda bebê, fala de cotidiano, de família, de dúvidas, de lembranças, de amor, de adeuses com tamanha sentimentalidade que comove, envolve. Uma história simples, porém profunda, que convida a leitura e a releitura. É daqueles livros difíceis de fechar quando chega-se na última página.

 

Valorizando os museus do mundo todo

Dia 18 de maio comemorou-se o Dia Internacional de Museus, data criada em 1977 pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), com o intuito de aumentar a conscientização da importância desses centros de preservação e memória para o desenvolvimento da sociedade. Na semana de 12 a 18 de maio, o Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) promoveu uma temporada de eventos realizados por vários museus brasileiros como exposições, espetáculos de dança, música e teatro, entre outros. O objetivo foi lembrar que os museus são instituições vivas que preservam a memória das manifestações culturais dos povos, a história e a evolução da sociedade.

Aproveitamos a data para ressaltar que no Brasil as empresas estão cada vez mais interessadas em conservar suas histórias criando seus próprios museus e centros de memória. No site http://memoria.ibge.gov.br/sobre-memoria/outros-centros-de-memoria, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística relaciona algumas instituições brasileiras, públicas ou privadas, que possuem espaços físicos e/ou virtuais para preservação de suas trajetórias. Se sua empresa tem projetos de memória e não está na relação do IBGE, encaminhe essa informação para memoria@ibge.gov.br.

É inegável que cada vez mais as empresas desenvolvem seus projetos de memória empresarial como ferramenta estratégica para promoção e divulgação da marca e comunicação com seus públicos, além de gerir o conhecimento acumulado em sua trajetória.

 

 Visita à Fundação Dorina Nowill

 

This entry was posted on sábado, maio 31st, 2014 at 20:18and is filed under Sem categoria. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

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